Diário de Viagem: Último dia em Curitiba – PR

Oi gente! No post anterior contei como foi nosso segundo dia em Curitiba e hoje dando continuidade falarei sobre o terceiro e último dia, 22/09. Desculpa a demora! Comecei a me dedicar aos estudos para concurso público e praticamente não apareci mais por aqui. Vocês me entendem, certo? Não quis deixar o diário sem final, então vamos lá!


No último dia de viagem fizemos um café da manhã bem reforçado para aguentar as longas horas de passeio no ônibus turístico (Linha Turismo). Ele custa R$40 com direito a cinco embarques. Assim, dá pra conhecer os pontos mais importantes e bonitos de Curitiba. Embarcamos no ponto da Praça Tiradentes e nossa primeira parada foi no Jardim Botânico. Fiquei encantada, o lugar é grande, bem cuidado e bonito!

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Nessa hora Dany e o namorado já não estavam com a gente, pois decidiram voltar para o hotel. Desceram no Passeio Público e deixaram os tickets deles com a gente. Cada um ficou com mais dois embarques. Então, paramos no Bosque Alemão. Por sorte não descemos no primeiro ponto de ônibus, pois a trilha que tem lá começa pelo segundo ponto, o mais alto. A trilha é muito interessante, tem uns quiosques com a história de João e Maria e no meio do caminho encontramos a Casa da Bruxa (ou Casa Encantada). Lá funciona tanto para os turistas como ponto de contação de histórias para crianças, é uma biblioteca! E tem bruxa sim! Achei super interessante, principalmente por fazer alusão ao caminho errado que os personagens escolheram e você poder optar qual caminho seguir. Eu optei pelo caminho deles e encontrei um píer, não tinha saída. Entrei na magia da história, achei incrível! Ao final da trilha chegamos exatamente no primeiro ponto que o ônibus parou, o que não descemos. Se começássemos por alí faríamos a trilha pelo caminho inverso, a magia teria se perdido, a história estaria de trás para frente. Então aqui está a dica se um dia você for para lá: comece pelo segundo ponto também!

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Pegamos novamente o ônibus e decidimos parar na UNILIVRE, Universidade Livre do Meio Ambiente. Outro lugar incrível que me encantou. É realmente uma Universidade, ao ar livre! Tudo é feito com madeira, é rodeado de árvores, tem aquele cheirinho de natureza realmente! Eu simplesmente amei e fiquei me imaginando indo estudar todos os dias alí. Que bênção! Imaginei um dia de chuva naquele lugar… Ah que lindo! Não tem muito o que fazer, só ver mesmo! Foi rapidinho e logo fomos para outro lugar.

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Hora da Ópera de Arame, outro lugar lindo, mas não tem muita coisa para fazer a não ser que você vá assistir a um espetáculo. Nesse dia estavam arrumando para uma cerimônia de formatura. Do lado tem uma lojinha de souvenir.

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Era de tardinha quando descemos no Parque Tanguá. É bem bonito também, mas as luzes e os chafarizes não estavam ligados ainda, o que foi uma pena. Dizem que lá é mais bonito na parte da noite.

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Já estávamos morrendo de fome, pulamos o almoço para não perdermos tempo. haha Nossa ideia era jantar bem em Santa Felicidade, porém descendo lá umas 17h30 descobrimos que os restaurantes só começavam a funcionar a partir das 19h. O que não faz muito sentido já que o último ônibus turístico passa 19h45 e precisaríamos comer rápido demais. Decidimos voltar para o hotel e comer no Shopping Müller de novo. Perdemos um ticket, poderíamos ter ido direto então para a torre panorâmica por exemplo, seria mais proveitoso. Então fica mais uma dica: Santa Felicidade é conhecida pelos restaurantes, porém não vale muito a pena se você for de ônibus turístico em um dia como o nosso, cheio de lugares para conhecer!! Nem foto tiramos lá. rs

Voltamos para o Hotel e chamamos o casal para jantar no Fish n’ Chips novamente. Como eu já tinha comido o de camarão escolhi experimentar o Hambúrguer de Siri. Não achei grande coisa, não senti muito gosto de Siri, então meu preferido continua sendo o de Camarão. Hummm.


No dia seguinte arrumamos as coisas, fizemos o check-out e fomos para o aeroporto aguardar o voo (fomos com o ônibus do aeroporto, pegamos no mesmo ponto em que descemos no primeiro dia). Almoçamos por lá mesmo.

E aí gostaram das dicas? Quero fazer um post sobre as poucas coisas que comprei por lá. Que tal?

Beijos, até mais! :*

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Diário de Viagem: Segundo dia em Curitiba – PR

Oi gente! No post anterior contei como foi nosso primeiro dia em Curitiba e hoje dando continuidade, falarei sobre o segundo dia, 21/09. Vamos lá!


Hoje era dia de fazer o tour com o ônibus de turismo, mas como achamos o tempo meio ruinzinho, deixamos para o dia seguinte, pois a meteorologia indicava melhoras. Tomamos café da manhã no hotel às 8h30 e depois fomos conhecer alguns lugares.

Andamos até a Praça Tiradentes e pegamos um ônibus no que chamamos de Tubo, que são os pontos de ônibus principais de lá. Paramos na integração e subimos em outro ônibus que nos deixou em frente ao Parque Barigui (Av. Cândido Hartmann, s/n – Santo Inacio). Na verdade nem precisava porque era muito perto, mas como só paga uma vez, no Tubo, aproveitamos. rs

O parque é bem cuidado e bonito, tem vários trajetos para caminhada, bicicleta e corrida. Lá é possível ver vários animais, inclusive as famosas capivaras. Muitas pessoas aproveitam para passear com os cachorros também.

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Logo depois pegamos um ônibus do outro lado da rua para a integração com a ajuda de uma moradora local e de lá subimos em outro (sentido Batel) e descemos no ponto mais próximo da Praça do Japão (Av. Sete de Setembro, s/n – Água Verde), dessa vez o cobrador nos ajudou. Os Curitibanos são muito prestativos. Adorei eles!

Andamos um pouquinho até chegar lá. Aproveitei e entrei em outra Panvel que tinha no caminho e finalmente encontrei o batom que tanto queria (mostro no post de comprinhas). Chegando na praça notamos que infelizmente as árvores de cerejeiras estavam sem flores, mas rendeu umas boas fotos mesmo assim. Ah, e tem uma lojinha de artesanato com coisas muito fofas.

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Fomos andando da praça até a Arena da Baixada (R. Buenos Aires, 1260 – Água Verde) que é o Estádio Joaquim Américo Guimarães, o estádio do Clube Atlético Paranaense. No meio do caminho tinha um café e tomamos um cappuccino delicioso no Café com Leite (Av. Sete de Setembro, 4881 – Batel), eu e meu cunhado ainda comemos pão na chapa. A arena estava fechada. A última visita era às 16h e chegamos umas 16h20. Foi por pouco. rs Para não acontecer isso com vocês deixo aqui a dica: visitas guiadas de terça a domingo, às 9h30, 10h30, 14h, 15h e 16h. Cobram R$20 (inteira).

Decidimos voltar a pé mesmo, meu GPS desligou no meio do caminho e acabamos nos perdendo, estávamos indo para um lugar esquisito (descobri no dia seguinte que estávamos perto do Teatro Paiol) até que a Dany resolveu ligar o GPS dela. Tivemos que voltar um belo pedaço. Decidimos passar por dentro do Shopping Estação, que é onde fica o Museu Ferroviário (Av. Sete de Setembro, 2775 – Rebouças). Ou seja, até que foi bom nos perder, conhecemos mais um lugar. rs

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Andamos mais um belo pedaço até chegar na Rua do Comércio 24 horas. Onde finalmente pudemos almojantar. rs Comemos um prato feito bem gostoso com arroz, feijão, carne e batata frita por apenas R$18,90 no Bar Bávaro.

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Como não aguentávamos mais andar, voltamos para o hotel de táxi. Deu aproximadamente R$15.


Como vocês puderam perceber, nesse segundo dia gastamos muitas calorias!! haha No próximo – e último post sobre a viagem – contaremos como foi nossa experiência com o ônibus de turismo e quais lugares escolhemos visitar. Fiquem de olho! Beijos! :*

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Diário de Viagem: Nosso primeiro dia em Curitiba – PR

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No dia 20/09, eu, Dany, seu namorado e mais um casal de amigos, saímos do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim / Galeão (Ilha do Governador – Rio de Janeiro) às 7h30 e chegamos no Aeroporto Internacional Afonso Pena (São José dos Pinhais – Curitiba) umas 9h. Logo pegamos o Ônibus Executivo do próprio aeroporto para o Centro (R$13) que fica a uma distância de 18km, cerca de uma hora.

Chegamos lá bem na hora do almoço, fizemos check-in no Hotel Blumenau (Rua Inácio Lustosa, 161) e deixamos nossas bagagens. O hotel é bem arrumadinho, é uma boa pedida para quem não quer gastar muito com hospedagem e que também prefere ficar pelo centro. Ah, e tem café da manhã! Os preços variam de R$85 o quarto individual até R$180 o quarto quádruplo em baixa temporada. A tabela completa você pode conferir no site deles.

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Pedimos sugestões de restaurante para a atendente e escolhemos um à quilo que ficava perto, chamado Divino Prato (Rua Mateus Leme, 473). Podia comer pesando o prato ou livre com sobremesa por R$9,90. Essa foi a melhor opção já que estávamos com bastante fome. Achei o preço incrível. Não se encontra um assim por esse preço no centro do Rio.

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Depois fomos andar pelo Centro Cívico, passamos em uma Panvel Farmácias (Rua XV de Novembro, 310) que é uma rede de farmácias muito famosa do Rio Grande do Sul e tinha aos montes lá também. Adoro os produtos da marca própria deles, principalmente as maquiagens, mas fiquei chocada com os preços da marca Vult. Aqui no Rio os produtos são baratos e lá um batom líquido matte estava custando mais de R$40. :O

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Na nossa exploração provamos um caldo de cana com limão de uma barraquinha que era delicioso e reparamos como tem lojas de instrumentos musicais e esportes por lá. Pelo visto os curitibanos devem gostar da coisa. Meu cunhado queria entrar em todas para ver os instrumentos. rs

Paramos em uma lojinha da Ana Tereza Chocolates (Rua Senador Alencar Guimarães, 35). O que tenho a dizer? Além de o chocolate ser bom, a identidade de todos os produtos é linda! Uma carinha retrô e até divertida. Eu amei demais. Se eu pudesse comprava tudo. É uma ótima sugestão de lembranças para a família e amigos.

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Os meninos ficaram cansados e logo voltaram para o hotel, nós mulheres ficamos. Estávamos andando, meio perdidas, e já voltando para o hotel quando demos de cara com a Casa da Bruxa (Rua Emiliano Perneta, 22). Já queríamos ir lá, mas no GPS marcava que era longe, o que foi uma surpresa quando vimos logo na nossa frente. É uma loja de doces muito legal com vários produtos diferentes próprios da marca e importados. Fiquei um pouco decepcionada porque só o primeiro andar estava aberto e tinha muito produto que eu queria em falta.

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Voltamos para o hotel e dormimos. Ainda era de tarde, mas como estávamos cansados precisávamos tirar um cochilo. Acordamos umas 18h e fomos no Shopping Müller (Avenida Cândido de Abreu, 127) para jantar. O melhor é que ele ficava bem do lado do nosso hotel!!

Comemos no Victor Fish ‘n’ Chips na praça de alimentação. É um espaço pequeno, porém a proposta é demais. É um restaurante temático, todo decorado à la vida marítima. A maioria pediu o prato em promoção do dia que era Hambúrguer de Camarão (R$20). Uma delícia e com o preço incrível!

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O dia ficou entre 10° e 8°C. Friozinho! O interessante lá é que mesmo com a temperatura baixa, o sol batia e esquentava bem nossos corpos. O problema era na sombra, congelava qualquer um. rs

Nos próximos posts falaremos sobre os dois últimos dias por lá (e com fotos da máquina boa rsrs). Aguardem.

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Champion, último livro da trilogia Legend

Essa resenha do terceiro e último livro poderá contar com alguns inevitáveis spoilers do primeiro e segundo por se contar de uma trilogia. Se você ainda não leu Legend, pule esse post e confira apenas a resenha dele clicando aqui. Se você leu o primeiro e o segundo (resenha aqui) e quer saber apenas por alto, sem spoilers, de Champion, pode ficar tranquilo e continuar lendo!

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Já começo dizendo que terminei esse livro forçada. O primeiro não me conquistou, o segundo não foi tão ruim, mas o desfecho foi bem mais ou menos. Na resenha anterior, do livro Prodigy, estava torcendo para o terceiro livro ser o melhor e que a história de amor entre Day e June pudesse de algum modo ser mais demonstrado, mas nada disso aconteceu! Triste!

Em Champion, Day deixa de ser o criminoso mais procurado pela República para se tornar seu herói, mas ainda continua lutando por sua vida e tentando descobrir a causa de sua doença que pode levá-lo a morte. Já June escolheu ser treinada para ser a Primeira Cidadã da República, assim, deixando Day para trás. A diferença de vida entre os dois volta com tudo, mas isso não impede ambos de sentirem seus corações baterem no mesmo ritmo.

No decorrer da história, a República é muito pressionada pelas colônias, onde as pragas foram disseminadas na frente de  batalha. A única esperança é o menino Éden, irmão de Day que sobreviveu, mas ele não deixará seu irmãozinho nas mãos deles novamente e June tem a missão de convencê-lo a qualquer custo.

Já o novo eleitor, Aden, se esforça muito para tentar manter a República em ordem, mesmo com a iminência de uma guerra.

Editora: Rocco Jovens Leitores Ano: 2014
Páginas: 302 Categoria: Ficção infantojuvenil americana

Para mim, todos os acontecimentos foram rápidos e não foram bem explicados. Posso estar de implicância porque não gostei da trilogia? Sim, mas preciso dizer a verdade, não é mesmo?

O mais importante para mim no fim dessa distopia foi o fio de esperança que foi deixado no ar pela autora. E vocês acompanharam essa trilogia? Gostaram?

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Copie o Look da Elsie, personagem do livro Temporada de Acidentes

Oi leitooooras, tudo bem? Hoje quis fazer um copie o look diferente, me inspirei em algumas frases do livro Temporada de Acidentes (clique aqui para ler a resenha) que indicavam o modelito de uma das personagens. A Elsie é a mais misteriosa da história e a que leva com ela os segredos da família. Olha só como imaginei a roupa dela:

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Gostou e quer copiar? Encontrei peças parecidas por aí, veja só:

  • Blusa branca de gola peter pan: Na Posthaus tem uma creme por R$59,90.
  • Saia xadrez vermelha: A mais parecida que encontrei foi na Dafiti por R$49,99.
  • Cardigan vermelho (de botões): Nas Lojas Pompéia tem um pouco mais longo por R$69,90.
  • Sapato marrom: No livro não deixa muito claro qual é o sapato, mas na minha imaginação levei em consideração a Irlanda que é fria, então veio logo na cabeça esse tipo mais quentinho. Como no Brasil não temos muita variedade, já que nem é usável no calor daqui, a mais parecida achei na Kanui por R$179, mas modificando o look para o Brasil, super apostaria na bota caramelo da Taquilla por R$199,90. Que por sinal é linda, né?

*Clique no nome das lojas para ser redirecionada para as peças.

Vamos andar por aí como Elsie?

O que vocês acham de chamar essa coluna de Look Literário para diferenciar ainda mais do Copie o Look que já tem aqui no blog?

Beijos, até a próxima!

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Temporada de Acidentes, livro de estreia de Moïra Fowley-Doyle

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Todo mês de outubro a família de Cara fica predisposta a sofrer qualquer tipo de acidente, o que faz com que todos usem bastante roupas, escondam utensílios domésticos perigosos e envolva os móveis da casa para proteção. Anos atrás o pai de Cara morreu no mesmo mês e depois quando a mãe já estava aceitando a situação, foi a vez do tio.

Hoje Cara vive com a mãe, sua irmã Alice e seu “meio irmão” Sam. O Pai de Sam, Christopher, sumiu sem deixar pistas. Aparentemente abandonou todos.

Cada um deles esconde pelo menos um segredo, e a frase que acompanha o título desse livro é “Todo segredo é um acidente esperando para acontecer.”

O livro começa logo no início da nova temporada de acidentes e deixa claro que essa pode ser a pior de todos os tempos.

Achei a narrativa instigante, bem escrita, criativa, mas oh, terminei o livro com a dúvida se eu tinha realmente entendido. Pra falar a verdade nem sei ainda se foi o que entendi. Queria mais explicações. Senti falta disso no final, o porquê das coisas. É aquele tipo de livro que você acredita ou não, sem mais, nem menos.

Enfim, é por isso que, para mim, esse livro não merece 5 e sim 4 estrelas. Além claro, da capa. Alguém entendeu? A menina está caindo na grama e a foto está de cabeça para baixo ou a menina está levitando da grama e a foto ainda sim está de cabeça para baixo? Ou, se a menina está se jogando de um monte, abismo, sei lá, por que o vento no vestido não acompanha? Deu nó.

Mas, o livro é uma mistura de magia, suspense, sobrenatural… interessante de qualquer forma…

Editora: Intrínseca Ano: 2016 Páginas: 256
Categoria: Ficção irlandesa Preço de capa: R$29,90

Dica: compare os preços no Bondfaro e pague mais barato por esse livro: clique aqui!!

O que mais gostei foi que a história se passa na Irlanda. Quero muito ir para lá e, enquanto não posso, esse livro me fez visitar lugares de uma maneira diferente.

A escritora mora em Dublin, então ela descreve as situações e lugares bem detalhadamente. A gente se sente realmente passando pelas cidadezinhas da redondeza com suas casas antigas. <3

Não vou dizer que vocês devem ou não ler esse livro até porque como vocês leram acima, não posso me dar o direito disso. A única coisa que posso falar é: se vocês lerem, ou se já leram, e ficaram com a mesma sensação minha, me falem para eu não me sentir sozinha!! rs

Só mais um pouco de Temporada de Acidentes…

Talvez a gente não tenha jeito; talvez nossa bizarrice seja demais para as massas. (p.105)

É como dizem por aí quando a gente faz uma besteira enorme: “Melhor fingir que não aconteceu.” De repente, um pensamento perdido surge em minha cabeça: Claro, e nisso você é ótima. (p.162)

Será que é possível partir o próprio coração por acidente, como se quebra o pulso, por exemplo? (p.189)

A rachadura no meu mundo está crescendo. Daqui a pouco, o universo inteiro vai explodir. (p.231)

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